Pororoca Atômica leva a força da música amazônica ao Carnaval do Nordeste

A banda foi formada em 2015 e já começou se apresentando nos maiores eventos de Manaus, como no trio elétrico do Galo de Manaus, que conta com um público de até 200 mil pessoas

A Pororoca Atômica não é apenas uma banda; é um fenômeno de energia. O nome sintetiza a força da natureza — o avanço implacável do mar sobre o rio — com a potência transformadora da energia atômica. Formada por artistas e produtores experientes, o grupo utiliza a arte como ferramenta de metamorfose, unindo ritmos em uma celebração vibrante.

Com um repertório que transita entre o autoral e reinterpretações magnéticas, a banda funde gêneros de forma orgânica. Do Ska ao Carimbó, do Rock à Lambada, a Pororoca Atômica vem entregando em Manaus um show de alto astral, focado em refrões poderosos e arranjos que convidam o público à dança. É uma mistura que se adapta com maestria ao palco, priorizando a diversão do público, oferecendo sempre grandes momentos musicais.

A banda foi formada em 2015 e já começou se apresentando nos maiores eventos de Manaus, como no trio elétrico do Galo de Manaus, que conta com um público de até 200 mil pessoas, Bloco das Piranhas, Bloco do Caldeira, Réveillon da Ponta Negra, Festival Passo a Paço, e outros, além de Festivais Culturais, eventos sociais, bares e casas de show tradicionais da cidade, e em eventos comemorativos dos mais diversos tipos de formato e público.

Em 2026, o fenômeno inverte seu curso: a “Pororoca” ruma ao oceano para uma temporada histórica no Nordeste brasileiro.

    • Salvador: A banda se hospedará no Pelourinho que será a base, e fará três apresentações explosivas no pré-carnaval baiano.

    • Pernambuco: O intercâmbio segue para Recife e Olinda, levando o “frevo” com sotaque manauara para as ladeiras históricas.

Este movimento representa mais que uma turnê; é um intercâmbio cultural estratégico. A Pororoca Atômica leva a identidade do Norte para o epicentro do Carnaval brasileiro, promovendo a visibilidade dos ritmos amazônicos e criando uma ponte sonora inédita entre Manaus, Salvador e Recife. Após a incursão nordestina, o grupo retorna para casa para se apresentar nos principais blocos da capital amazonense.

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