Denuncia Archives - Jornal AM 24H https://jornalam24h.com/tag/denuncia-3/ Diariamente levando a notícia até você! Wed, 05 Nov 2025 16:55:30 +0000 pt-BR hourly 1 https://wordpress.org/?v=6.9.1 https://i0.wp.com/jornalam24h.com/wp-content/uploads/2025/01/cropped-Icone-Jornal-Am-24h.png?fit=32%2C32&ssl=1 Denuncia Archives - Jornal AM 24H https://jornalam24h.com/tag/denuncia-3/ 32 32 245024129 Madim desmente atraso salarial e critica divulgação de informações sem apuração prévia https://jornalam24h.com/madim-desmente-atraso-salarial-e-critica-divulgacao-de-informacoes-sem-apuracao-previa/ Wed, 05 Nov 2025 16:55:19 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3913 A empresa Madim Diagnósticos Médicos, responsável pela prestação de serviços de saúde no Complexo Hospitalar Sul (CHS) e no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, […]

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A empresa Madim Diagnósticos Médicos, responsável pela prestação de serviços de saúde no Complexo Hospitalar Sul (CHS) e no Hospital e Pronto-Socorro 28 de Agosto, negou as denúncias de atraso salarial divulgadas por um portal local e classificou o conteúdo como fake news.

Em nota, a empresa afirmou que não houve qualquer contato prévio da reportagem para a checagem dos fatos antes da publicação das informações.

Segundo a Madim, os pagamentos referentes ao mês de setembro foram efetuados normalmente, logo após o repasse realizado pela Organização Social (OS) AGIR que administra as unidades hospitalares. A empresa ressaltou que mantém todos os compromissos trabalhistas em dia, atuando com transparência e responsabilidade na execução de seus contratos.

A Madim também declarou repudiar a disseminação de informações falsas, especialmente em um momento de intensa circulação de boatos nas redes sociais, e reforçou seu compromisso com a ética, a verdade e a qualidade dos serviços prestados à população do Amazonas.

Para eventuais esclarecimentos, a empresa informou estar disponível pelo telefone (92) 99619-0660, e reafirmou que nunca se recusou a prestar informações aos veículos de comunicação.

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Metástase da corrupção: esquema desvia milhões da saúde e aprofunda o caos no Amazonas https://jornalam24h.com/metastase-da-corrupcao-esquema-desvia-milhoes-da-saude-e-aprofunda-o-caos-no-amazonas/ Thu, 16 Oct 2025 21:00:52 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3896 MANAUS — A ação do Ministério Público do Amazonas (MPAM), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), revelou um sofisticado esquema de fraudes, superfaturamento […]

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MANAUS — A ação do Ministério Público do Amazonas (MPAM), em parceria com a Controladoria-Geral da União (CGU), revelou um sofisticado esquema de fraudes, superfaturamento e conluio entre empresários e servidores públicos, resultando no desvio de mais de R$ 1 milhão em recursos que deveriam ser destinados ao atendimento da população.

Os contratos sob investigação envolvem unidades autônomas da rede pública de saúde e expõem a fragilidade dos mecanismos de controle e fiscalização. A cada nova operação, seja Sangria, Jogo Marcado ou agora Metástase, o sistema de saúde volta ao centro das críticas, mostrando um cenário de gestão precária e vulnerável a práticas ilícitas.

Saúde em colapso e falta de transparência

Nos últimos anos, o sistema público de saúde tem enfrentado um colapso silencioso: hospitais superlotados, maternidades sem insumos, pacientes aguardando por meses, exames e cirurgias. Enquanto isso, milhões de reais desaparecem em contratos suspeitos, frequentemente justificados por urgência ou autonomia administrativa. A Operação Metástase mostra que essa “autonomia” foi usada como cortina de fumaça para a corrupção e o favorecimento.

A tentativa de atribuir a responsabilidade a gestões passadas ou a servidores isolados já não convence a população, que sente na pele as consequências do descaso. A cada escândalo revelado, cresce a sensação de que a corrupção se tornou sistêmica e a impunidade, regra.

Reincidência e omissão

A repetição de esquemas semelhantes indica falta de vigilância e de comprometimento com a ética na administração pública. Mesmo após diversas operações anteriores, as falhas de controle interno permanecem e continuam permitindo o avanço de irregularidades. A Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM) segue sendo o epicentro de escândalos e alvo de sucessivas investigações, um retrato da ausência de transparência e da negligência com os recursos públicos.

Enquanto as autoridades tentam minimizar o impacto das denúncias, a população paga o preço de um sistema que, ao longo dos anos, tratou a saúde como moeda de troca. A corrupção que assola os hospitais públicos vai além do desvio de verbas: destrói a confiança, corrói a moral e aprofunda o sofrimento de quem mais depende do serviço público.

Um sistema em crise permanente

O Amazonas vive um cenário de sucessivas crises, operações policiais e desconfiança generalizada. A Operação Metástase é mais um capítulo de um enredo marcado pela má gestão e pela falta de compromisso com o interesse coletivo.

Enquanto as investigações avançam, os cidadãos continuam à espera de algo que parece cada vez mais distante: uma administração verdadeiramente comprometida com a vida, a transparência e o bem público.

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Operação Metástase expõe rede familiar que desviava milhões da saúde no Amazonas https://jornalam24h.com/operacao-metastase-expoe-rede-familiar-que-desviava-milhoes-da-saude-no-amazonas/ Thu, 16 Oct 2025 15:07:32 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3888 MANAUS — Uma teia de corrupção que sangrou os cofres públicos e agravou o colapso da saúde no Amazonas foi desvelada nesta quinta-feira (16) com […]

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MANAUS — Uma teia de corrupção que sangrou os cofres públicos e agravou o colapso da saúde no Amazonas foi desvelada nesta quinta-feira (16) com a deflagração da Operação Metástase, conduzida pela Controladoria-Geral da União (CGU) e pelo Grupo de Atuação Especial de Combate ao Crime Organizado (Gaeco) do Ministério Público do Amazonas (MPAM). A ação é a segunda fase da Operação Jogo Marcado e escancara como um grupo familiar estruturou um sofisticado esquema de fraudes e propinas em contratos milionários da saúde estadual.

A ofensiva cumpre 27 mandados de busca e apreensão e três de prisão preventiva, além de medidas de sequestro e bloqueio de bens que ultrapassam R$ 1 milhão. Também foram impostas suspensões de servidores públicos, quebras de sigilo telemático e proibições de contratar com a administração pública. Participam da operação 120 agentes públicos, entre eles 16 auditores da CGU.

Núcleo familiar e fraudes em série

As investigações revelam que uma única família controlava diversas empresas, usadas para simular concorrência em licitações e manipular valores em conluio com agentes públicos. Essas companhias operavam em maternidades, prontos-atendimentos e unidades administradas pela Secretaria de Estado de Saúde (SES-AM), incluindo contratos com a Fundação Centro de Oncologia do Amazonas (FCecon).

O esquema envolvia pagamento de propinas, superfaturamento de contratos e entregas fictícias, desviando verbas federais destinadas à manutenção de serviços essenciais. O resultado foi devastador: falta de insumos, unidades sobrecarregadas e pacientes desassistidos. O que deveria financiar a vida, financiou o lucro ilícito de poucos. Cada nota superfaturada representou uma medicação a menos, um leito sem estrutura e um atendimento negado um efeito deletério profundo sobre a sociedade amazonense.

Continuação de um escândalo milionário

A Operação Metástase é o desdobramento direto da Operação Jogo Marcado, que inicialmente investigava fraudes em contratos esportivos. O avanço das apurações revelou que o mesmo grupo expandiu sua atuação para o setor da saúde, transformando o que era um jogo de corrupção em um verdadeiro câncer administrativo, com ramificações que atingem diversas frentes do serviço público.

Entre os principais alvos está Valter Siqueira Britto, apontado como um dos articuladores do esquema. Segundo o MPAM, Britto desempenhava papel estratégico na intermediação de contratos e movimentação de valores ilícitos, funcionando como elo entre empresários e servidores. Sua atuação foi decisiva para a consolidação da rede criminosa, que usava empresas de fachada e influência política para manipular resultados e garantir a continuidade dos contratos fraudulentos.

Favorecimento da ALS: dois pesos e duas medidas

Outro ponto crítico das investigações envolve a empresa ALS (Proponente 17), favorecida em licitação no dia 17 de julho de 2025. O pregoeiro, contrariando regras do edital, desconsiderou divergências graves entre valores unitários e globais da proposta, o que deveria ter levado à imediata desclassificação da empresa. Ainda assim, a ALS foi mantida no certame.

Além disso, as assinaturas eletrônicas apresentadas eram inválidas e emitidas por terceiros, em desacordo com as normas legais. Mesmo diante de tais irregularidades, o Centro de Serviços Compartilhados (CSC) validou a participação da empresa, afrontando os princípios de legalidade, isonomia e moralidade.

Conforme a denúncia, o verdadeiro proprietário da ALS seria o servidor público Francisco Keginaldo Porfírio da Silva, impedido por lei de contratar com o Estado. Ele teria utilizado o próprio filho como laranja, em parceria com André Scariot e o enfermeiro conhecido como “Andrezinho”, ambos já investigados pela Justiça Federal por envolvimento em outros esquemas fraudulentos.

Deleite da corrupção, prejuízo da sociedade

O caso ilustra, mais uma vez, como a corrupção sistêmica corrói o que há de mais essencial: o direito à saúde e à dignidade. Enquanto empresários e agentes públicos enriqueciam, mães aguardavam atendimento em corredores lotados, pacientes com câncer enfrentavam falta de medicamentos e profissionais da saúde lutavam sem estrutura para salvar vidas. A Operação Metástase não apenas expõe um crime financeiro, mas revela o custo humano da improbidade, um rastro de dor e indignação que se espalha como a própria doença que lhe dá nome.

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Fortes chuvas alagam Manaus e expõem falhas da gestão de David Almeida: alerta da Defesa Civil chegou quando cidade já estava submersa https://jornalam24h.com/fortes-chuvas-alagam-manaus-e-expoem-falhas-da-gestao-de-david-almeida-alerta-da-defesa-civil-chegou-quando-cidade-ja-estava-submersa/ Tue, 14 Oct 2025 21:18:31 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3881 MANAUS (AM) — A terça-feira (14/10) começou com chuva e terminou com revolta. Alagamentos, caos no trânsito, quedas de energia e, acima de tudo, indignação. […]

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MANAUS (AM) — A terça-feira (14/10) começou com chuva e terminou com revolta. Alagamentos, caos no trânsito, quedas de energia e, acima de tudo, indignação. A população de Manaus amanheceu sob forte temporal, mas o alerta da Defesa Civil, que deveria servir como ferramenta de prevenção, só foi emitido depois das 15h, quando grande parte da cidade já estava debaixo d’água.

O aviso, curto e tardio, chegou aos celulares dos manauaras com a mensagem:
“Defesa Civil: Alerta de alagamento em zona de risco de Manaus. Em caso de emergência, ligue 199/193. Prepare-se para deixar o local.”

Nas redes sociais, o sentimento foi unânime: indignação. “Agora que avisam, depois de já estar tudo alagado”, escreveu uma moradora. Outro ironizou: “Obrigado. O furacão já passou.” As críticas se multiplicaram, especialmente contra o prefeito David Almeida (Avante), acusado de negligência e despreparo diante de mais um episódio de desordem urbana que se repete a cada chuva mais forte.

Em um vídeo publicado às 15h10, o prefeito afirmou estar “acompanhando as fortes chuvas” e que “daqui a pouquinho” seria emitido o alerta da Defesa Civil, declaração que soou como deboche para quem, naquele exato momento, já via carros boiando nas principais avenidas da cidade.

Enquanto a prefeitura reagia tarde demais, a população enfrentava os prejuízos. Registros feitos por moradores mostram ruas completamente alagadas em bairros como Centro, Cidade Nova, Compensa e Japiim. Veículos foram arrastados pela correnteza, casas ficaram inundadas e o transporte público parou em diversos pontos.

A situação foi agravada pela falta de energia elétrica, que atingiu várias zonas da capital. Em nota, a Amazonas Energia informou que as condições climáticas adversas, com descargas elétricas e rajadas de vento, causaram interrupções no fornecimento. As equipes, segundo a empresa, só poderiam atuar após a melhora do tempo.

A cada temporal, a cena se repete: ruas viram rios, bueiros entopem, casas são invadidas pela água e a prefeitura surge apenas para justificar o previsível. O episódio desta terça escancara não apenas a ineficiência do sistema de alerta, mas a falta de planejamento de uma gestão que promete modernidade, mas entrega improviso.

Enquanto isso, o cidadão manauara, mais uma vez, é quem paga o preço com perdas materiais, insegurança e a sensação amarga de que o poder público continua assistindo à cidade afundar, literalmente.

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Vereador de Itacoatiara é condenado a mais de 10 anos de prisão https://jornalam24h.com/vereador-de-itacoatiara-e-condenado-a-mais-de-10-anos-de-prisao/ Wed, 08 Oct 2025 14:38:06 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3866 Jucinei Freire da Silva, o Ney Nobre (MDB), foi considerado mentor de esquema que desviou R$ 374 mil do Pronaf. Justiça determinou restituição integral ao […]

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Jucinei Freire da Silva, o Ney Nobre (MDB), foi considerado mentor de esquema que desviou R$ 374 mil do Pronaf. Justiça determinou restituição integral ao banco.

O vereador de Itacoatiara, Jucinei Freire da Silva, conhecido como Ney Nobre (MDB), foi condenado pela Justiça Federal do Amazonas a 10 anos, 4 meses de prisão em regime fechado. A condenação está relacionada ao envolvimento em fraudes no financiamento rural do Banco da Amazônia (BASA), por meio do Programa Nacional de Fortalecimento da Agricultura Familiar (Pronaf).

A sentença foi assinada no dia 2 de outubro de 2025 pelo juiz federal Thadeu José Piragibe Afonso, da 2ª Vara Federal Criminal da Seção Judiciária do Amazonas. Apesar da condenação, o parlamentar poderá recorrer em liberdade.

Segundo a decisão, Ney Nobre foi apontado como mentor e principal beneficiário de um esquema que utilizava nomes laranjas para simular o cultivo de abacaxi em propriedades inexistentes em Itacoatiara.

Segundo os autos, o BASA liberou cerca de R$ 374 mil em oito contratos fraudulentos. O dinheiro foi desviado para o vereador por meio de saques em espécie e transferências bancárias. Testemunhas relataram que eram orientadas pelo parlamentar a comparecer ao banco, assinavam documentos sem saber do conteúdo e repassavam quase todo o valor obtido ao vereador.

O juiz destacou que os financiamentos causaram “severo prejuízo à instituição bancária” e classificou a conduta do réu como de “alta reprovabilidade”, por ter se aproveitado da confiança de trabalhadores rurais para executar as fraudes.Além da pena de prisão, Ney Nobre foi condenado ao pagamento de 153 dias-multa e a restituição integral de R$ 374.289,60 ao BASA. A sentença também determina que, após o trânsito em julgado, o caso seja comunicado ao Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), o que pode levar a suspensão dos direitos políticos do vereador.

Além da pena de prisão, Ney Nobre foi condenado ao pagamento de 153 dias-multa e a restituição integral de R$ 374.289,60 ao BASA. A sentença também determina que, após o trânsito em julgado, o caso seja comunicado ao Tribunal Regional Eleitoral do Amazonas (TRE-AM), o que pode levar a suspensão dos direitos políticos do vereador.

Outro réu no processo, Jucinei Pereira Batista, foi absolvido por falta de provas de que tenha participado conscientemente das fraudes.

Por meio de nota, Ney Nobre afirmou que recebeu a decisão com surpresa e que confia na Justiça. Ele declarou que irá recorrer da sentença e que acredita que “a verdade prevalecerá”.

“Recebi com profunda surpresa a decisão judicial divulgada nesta data. Bem como reafirmo minha total confiança na Justiça e acredito firmemente que a verdade prevalecerá, com todos os fatos sendo devidamente esclarecidos. Sempre agi com honestidade e transparência e provarei, sem sombra de dúvidas, minha inocência”, disse o vereador.

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Justiça suspende licitação milionária do Detran-AM em meio a denúncias de favorecimento à ALS https://jornalam24h.com/justica-suspende-licitacao-milionaria-do-detran-am-em-meio-a-denuncias-de-favorecimento-a-als/ Tue, 30 Sep 2025 17:39:40 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3841 Manaus, 25 de setembro de 2025 – A Justiça do Amazonas suspendeu liminarmente a licitação nº 144/2025 do Detran-AM, que previa contrato de R$ 88 […]

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Manaus, 25 de setembro de 2025 – A Justiça do Amazonas suspendeu liminarmente a licitação nº 144/2025 do Detran-AM, que previa contrato de R$ 88 milhões em cinco anos para fornecimento de 600 mil placas veiculares. Caso prorrogado, o montante poderia ultrapassar R$ 200 milhões, com estimativa de até 1,2 milhão de placas.

A decisão da 4ª Vara da Fazenda Pública apontou fortes indícios de fraude, direcionamento e descumprimento de exigências do edital pela empresa Innova Placas, declarada vencedora. Entre as irregularidades, constam inconsistências contábeis, ausência de comprovação de capital mínimo e fragilidade nos atestados de capacidade técnica.

O juiz Paulo Fernando de Britto Feitoza destacou que o contraste era gritante: enquanto o edital exigia produção em larga escala, a Innova teria fabricado pouco mais de 5 mil placas em toda sua trajetória no Rio Grande do Sul. “Em uma primeira vista, não resta reconhecida a capacidade técnica da empresa vencedora, o que evidencia a probabilidade do direito”, afirmou o magistrado ao determinar a suspensão imediata da adjudicação, sob pena de multa diária de R$ 5 mil.

Suspeitas se repetem: o caso da ALS

A suspensão reacende um debate recorrente no Amazonas: o favorecimento à empresa ALS em processos licitatórios. Denúncias dão conta de que a companhia vem sendo privilegiada em certames conduzidos pela Comissão Setorial de Licitação (CSC), reduzindo a competitividade e prejudicando outras empresas do setor.

O Pregão nº 068/2025 é emblemático. O caso, que chegou ao Tribunal de Justiça por envolver secretários de Estado, expôs um modus operandi já conhecido: direcionamentos, manobras administrativas e fragilidades no processo de julgamento das propostas. Empresários afirmam que a prática virou regra, não exceção.

No dia 17 de julho de 2025, a ALS foi mantida na disputa mesmo após apresentar propostas com divergências graves entre valores unitários e globais, situação que deveria resultar em desclassificação imediata. Além disso, assinaturas eletrônicas inválidas, emitidas por terceiro, foram ignoradas pelo pregoeiro. A ata do processo mostra que as falhas foram relativizadas pelo CSC, o que evidencia tratamento desigual entre concorrentes.

Indícios de fraude estrutural

As denúncias apontam ainda que o verdadeiro dono da ALS seria o servidor público Francisco Keginaldo Porfírio da Silva, legalmente impedido de contratar com o Estado. Para driblar a lei, ele usaria o próprio filho como laranja, com apoio de aliados como André Scariot e o enfermeiro conhecido como “Andrezinho”. O grupo, segundo acusação formal, já é investigado pela Justiça Federal por participação em fraudes de grande escala.

Conivência e silêncio institucional

No centro das acusações está o presidente da CSC, Valter Siqueira Brito, apontado como articulador de um núcleo de pregoeiros de confiança, responsável por eliminar concorrentes incômodos e favorecer aliados. Até o momento, o CSC não explicou por que empresas com documentação irregular foram mantidas na disputa, enquanto outras foram sumariamente desclassificadas.

Mais grave que as manobras internas é o comportamento dos órgãos de controle. Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM), Ministério Público de Contas (MPC-AM) e Controladoria-Geral do Estado (CGE-AM) permanecem inertes diante de denúncias robustas. O silêncio, diante de indícios tão claros, soa como conivência. Cada relatório engavetado e cada omissão reforçam a percepção de que o sistema de fiscalização no Amazonas não tem força nem independência para enfrentar o poder político e econômico que sustenta o esquema.

Um divisor de águas para a Justiça e para o Amazonas

O escândalo do Pregão nº 068/2025 e a suspensão da licitação nº 144/2025 expõem um mesmo problema: a corrupção sistêmica em contratos milionários do Estado, especialmente em áreas sensíveis como a saúde pública. Estima-se que R$ 300 milhões, que deveriam financiar atendimentos hospitalares e salvar vidas, estejam sob risco de serem desviados em esquemas de enriquecimento ilícito.

Enquanto hospitais seguem sucateados, pacientes morrem em filas de espera e a saúde pública colapsa, o Estado do Amazonas se vê novamente envolto em suspeitas de fraudes e direcionamentos.

A sociedade exige respostas. Cabe agora ao Ministério Público, à Polícia Federal e ao Judiciário demonstrar independência e coragem para romper o ciclo de impunidade. O desafio não é apenas suspender contratos suspeitos, mas desmontar uma engrenagem que há anos drena recursos públicos e condena a população à precariedade.

Seja no pregão nº 068, envolvendo a ALS, ou na licitação nº 144/2025, com a Innova Placas, o que se repete é o mesmo enredo: favorecimento, conivência e silêncio oficial. A diferença está em quem terá coragem de enfrentar o esquema e devolver ao povo do Amazonas a transparência que a Constituição garante, mas que, até aqui, tem sido sistematicamente negada.

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MP de Contas recomenda inspeção em contratos da Prefeitura de Manaus após viagem polêmica do prefeito ao Caribe https://jornalam24h.com/mp-de-contas-recomenda-inspecao-em-contratos-da-prefeitura-de-manaus-apos-viagem-polemica-do-prefeito-ao-caribe/ Tue, 23 Sep 2025 14:53:32 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3817 O Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM) recomendou, em 18 de setembro, uma inspeção nos contratos da Prefeitura de Manaus com quatro empresas, após […]

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O Ministério Público de Contas do Amazonas (MPC-AM) recomendou, em 18 de setembro, uma inspeção nos contratos da Prefeitura de Manaus com quatro empresas, após suspeitas de favorecimento. A medida foi motivada por uma viagem do prefeito David Almeida (Avante-AM) ao Caribe, com indícios de que os custos da viagem foram pagos por empresários ligados às empresas contratadas pela prefeitura.

A recomendação, registrada no parecer nº 5407/2025, foi emitida após a apresentação de uma representação pelo vereador Coronel Rosses (PL-AM). Ele solicitava a suspensão dos pagamentos às empresas MURB, Grafisa, Royal Tech e Rio Piorini, todas com contratos ativos com o município.

De acordo com o parecer, a viagem do prefeito ao Caribe, divulgada na imprensa como sendo bancada por empresários, levantou suspeitas. Embora David Almeida tenha negado o uso de recursos públicos e tenha apresentado comprovante da passagem aérea, a Prefeitura de Manaus também declarou ao Tribunal de Contas do Estado (TCE-AM) que os gastos foram pessoais.

Apesar de não ter sido identificado prejuízo direto aos cofres públicos, o laudo técnico apontou possíveis irregularidades em relação aos princípios da administração pública, como impessoalidade e moralidade. O parecer alerta que o princípio da impessoalidade exige que atos da administração pública atendam ao interesse público, sem favorecer ou prejudicar indivíduos específicos. Já o princípio da moralidade exige que os atos administrativos sejam éticos, honestos, legais e justos, conforme o artigo 37 da Constituição Federal.

O MPC-AM recomendou que o Ministério Público Estadual investigue o caso por possível ato de improbidade administrativa. A inspeção sugerida pelo MPC-AM deve focar na legalidade, legitimidade e economicidade dos contratos com as quatro empresas, além de avaliar possíveis favorecimentos ou direcionamentos indevidos.

Além disso, a ação será integrada ao Programa de Proteção Integrada de Fronteiras (PPIF) e à Operação Ostium, que envolvem o Ministério da Defesa e órgãos de segurança pública.

Repercussão da Viagem

A viagem do prefeito ao Caribe foi marcada por polêmicas. David Almeida e sua esposa, a primeira-dama Izabelle Fontenelle, viajaram a St. Maarten entre 28 de fevereiro e 7 de março, período em que Manaus enfrentava fortes chuvas e alagamentos. Durante a viagem, a primeira-dama publicou um vídeo comemorando seu aniversário em um clube de praia de luxo, o que gerou grande repercussão nas redes sociais. No vídeo, Izabelle aparece com uma animadora e uma garrafa de champanhe de marca sofisticada, o que levantou ainda mais suspeitas sobre os custos da viagem. Após a repercussão, os trechos em que a primeira-dama aparecia foram excluídos do perfil do clube no Instagram.

Fotos e vídeos compartilhados nas redes sociais também mostraram David Almeida na companhia de empresários. Na ocasião, o prefeito afirmou que encontrou pessoas de Manaus durante a viagem, mas não esclareceu se eram empresários com contratos com a prefeitura. “Você está em um país estrangeiro, encontra brasileiros da sua cidade, não vai falar com eles? É normal. Eles viajaram, pagaram suas despesas, nos encontramos lá, é normal“, declarou o prefeito.

A primeira-dama também se manifestou nas redes sociais, defendendo-se das críticas e afirmando que tem enfrentado ataques motivados por interesses econômicos e políticos. Em um texto publicado no Instagram, Izabelle afirmou que as críticas são uma tentativa de desviar o foco dos avanços na gestão de seu marido. “Tentam ocupar a mente da sociedade com nossa vida pessoal para esconder o descaso de outros personagens“, escreveu.

Ela também reafirmou sua tranquilidade diante das críticas e garantiu que segue firme em sua trajetória, com seus valores intactos, apesar das dificuldades. “Eu sigo firme. Não por ser imune, mas porque escolhi não permitir que esse ódio disfarçado de ‘notícia’ definam quem eu sou“, concluiu.

Mas, no fim das contas, quem vai responder por tudo isso?

Enquanto a gestão do prefeito David Almeida tenta minimizar os impactos da viagem polêmica ao Caribe, a população continua aguardando explicações mais concretas sobre o envolvimento de empresários com contratos ativos na Prefeitura de Manaus. A viagem de luxo, que levanta sérias questões sobre ética e transparência, não pode ser tratada apenas como um episódio isolado. O Ministério Público Estadual já foi acionado, mas até quando as respostas vão ser adiadas? A cidade precisa de clarezas, e mais do que isso, de responsabilidades. Não podemos permitir que esses episódios fiquem apenas no discurso. A sociedade merece mais do que desculpas e justificativas vagas.

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Champanhe no Caribe, milhões no Sou Manaus e zero prioridade para a saúde https://jornalam24h.com/champanhe-no-caribe-milhoes-no-sou-manaus-e-zero-prioridade-para-a-saude/ Wed, 10 Sep 2025 20:52:35 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3753 Enquanto Manaus sofre com a falta de insumos básicos nos postos de saúde, o prefeito David Almeida (Avante) não economiza quando o assunto é festa […]

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Enquanto Manaus sofre com a falta de insumos básicos nos postos de saúde, o prefeito David Almeida (Avante) não economiza quando o assunto é festa e autopromoção. Prova disso está nas redes sociais: a primeira-dama, Izabelle Fontenelle, aparece em um palco no Caribe, cercada por garrafas de champanhe francês avaliadas em cerca de R$ 32 mil cada, estourando garrafas como se fosse cena de novela de luxo.

Essa ostentação combina perfeitamente com os gastos exacerbados no festival Sou Manaus, que já consumiu centenas de milhões de reais dos cofres públicos para bancar shows, estruturas gigantescas e contratos questionáveis. O evento virou vitrine política, enquanto hospitais e unidades básicas vivem um verdadeiro caos: falta remédio, falta médico, falta respeito.

O contraste é brutal. O mesmo prefeito que despeja milhões em entretenimento e posa como gestor moderno, veta um projeto simples, humano e necessário: o PL 400/2023, de autoria do vereador Raiff Matos (PL), que criaria o Programa de Segurança Alimentar para Pessoas com Diabetes Mellitus. A iniciativa garantiria cestas básicas diferenciadas, com alimentos adequados para famílias em situação de vulnerabilidade.

David Almeida não apenas vetou, como ainda mobilizou sua base para enterrar a proposta no plenário da Câmara. Ou seja: o mesmo governo que abre os cofres para bancar artistas nacionais e shows de luz e som, fecha a porta na cara de quem luta contra o diabetes e depende de políticas públicas para sobreviver.

O vereador Raiff Matos resumiu bem a situação:

“A prefeitura de Manaus e os vereadores da base do prefeito viraram as costas para você que é diabético ou que conhece alguém que precisa de cuidados especiais. Nosso projeto foi rejeitado por decisão política, e não técnica.”

Enquanto isso, a saúde pública continua invisível. Doenças crônicas, como a diabetes, seguem sem atenção especial. Filas enormes se acumulam nos postos, pessoas aguardam meses por consultas e a população se vira como pode. Mas para o Sou Manaus, dinheiro nunca falta.

O Veto nº 8/2025, oficializado pela Mensagem nº 58/2025, encerrou a tramitação do PL 400/2023, deixando um recado claro: para David Almeida, festa importa mais que saúde.

No fim das contas, o retrato da gestão é cristalino: champanhe francês no Caribe, milhões em shows de autopromoção e descaso absoluto com a vida real dos manauaras. Enquanto o prefeito dança ao som de holofotes, famílias vulneráveis continuam à margem, sem apoio e sem esperança.

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Raiff Matos lamenta veto do prefeito David Almeida que mantém famílias diabéticas sem apoio em Manaus https://jornalam24h.com/raiff-matos-lamenta-veto-do-prefeito-david-almeida-que-mantem-familias-diabeticas-sem-apoio-em-manaus/ Wed, 10 Sep 2025 18:53:26 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3748 Manaus deixará de contar com uma cesta básica diferenciada para famílias que têm membros diabéticos em situação de vulnerabilidade social. Isso porque o prefeito David […]

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Manaus deixará de contar com uma cesta básica diferenciada para famílias que têm membros diabéticos em situação de vulnerabilidade social. Isso porque o prefeito David Almeida vetou totalmente o Projeto de Lei 400/2023, de autoria do vereador Raiff Matos (PL), e contou com o apoio da maioria dos vereadores da base governista para manter  sua decisão contrária à proposta no plenário da Câmara Municipal de Manaus. A decisão do plenário de manter o veto total ocorreu na sessão desta quarta-feira. 

O vereador Raiff Matos criticou duramente a postura do prefeito David Almeida e da base governista. “A prefeitura de Manaus e os vereadores da base do prefeito viraram as costas para você que é diabético ou que conhece alguém que precisa de cuidados especiais na alimentação. Nosso projeto recebeu veto total e, mesmo derrubado na CCJR, o plenário manteve por decisão política, e não técnica”, afirmou.

O PL previa a criação do Programa de Segurança Alimentar para Pessoas com Diabetes Mellitus, que garantiria produtos adequados na cesta básica de famílias em situação de vulnerabilidade. A proposta foi aprovada em comissões técnicas, chegou a ter o veto derrubado na Comissão de Constituição, Justiça e Redação, mas acabou rejeitada pelo plenário em votação política.

O vereador Raiff Matos destacou que a decisão representa a perda de uma política pública essencial para famílias em vulnerabilidade. “É um absurdo. Manaus deixa de ter uma lei que poderia garantir segurança alimentar para quem convive com o diabetes. Infelizmente, a prefeitura e os vereadores da base resolveram fazer política em vez de pensar na população. Quem perde é o povo”, reforçou Matos.

O Veto nº 8/2025, relativo ao PL 400/2023, foi oficializado pela Mensagem nº 58/2025 do Executivo Municipal e encerra a tramitação da proposta que poderia ter sido um marco na atenção social às famílias diabéticas em Manaus. “Mas vou continuar lutando pelas famílias. Perdemos uma batalha, mas, mesmo com dor, seguimos buscando melhor qualidade de vida para as famílias de Manaus”, afirmou o vereador. 

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A irresponsabilidade criminosa de Lourivaldo Rodrigues de Souza: 43 famílias do estado do Amazonas tiveram o sonho da maternidade transformado em pesadelo https://jornalam24h.com/a-irresponsabilidade-criminosa-de-lourivaldo-rodrigues-de-souza-43-familias-do-estado-do-amazonas-tiveram-o-sonho-da-maternidade-transformado-em-pesadelo-3/ Thu, 04 Sep 2025 13:53:03 +0000 https://jornalam24h.com/?p=3735 O Amazonas se vê diante de um escândalo que deveria chocar não apenas a medicina, mas toda a sociedade. Em vez de oferecer cuidado e […]

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O Amazonas se vê diante de um escândalo que deveria chocar não apenas a medicina, mas toda a sociedade. Em vez de oferecer cuidado e esperança, o médico Lourivaldo Rodrigues de Souza, da clínica de Fertilização La Vitta, Medicina Reprodutiva, tem acumulado denúncias por uma prática covarde e perigosa: a superdosagem deliberada de medicamentos em mulheres em busca da maternidade.

Trata-se de um comportamento que ultrapassa a fronteira do erro médico. É negligência somada à ganância, um verdadeiro atentado contra a saúde e a dignidade de pacientes que confiam suas vidas a alguém que deveria zelar por elas. O remédio Dostinex, prescrito em doses acima do limite seguro, não trouxe esperança, mas sintomas de tromboses, falhas renais, riscos cardíacos e traumas físicos e psicológicos.

A crueldade se revela em relato de uma paciente que contou para nossa redação que após gastar até R$ 40 mil em tratamentos, saem da clínica não com um filho nos braços, mas com a saúde devastada e a confiança destruída. Muitas precisam buscar ajuda em outros estados, longe da sombra de um médico que deveria estar impedido de exercer a profissão há muito tempo.

E como se não bastasse, Lourivaldo Rodrigues responde a 43 processos, número que por si só deveria ser suficiente para afastá-lo da prática médica. Mas, de forma inacreditável, continua atendendo normalmente, como se fosse apenas mais um “profissional da saúde” e não um acumulador de denúncias e frustrações.

A omissão do Conselho Regional de Medicina do Amazonas é cúmplice desse espetáculo de horrores.
Permitir que um médico com esse histórico continue a tratar pacientes é fechar os olhos para a realidade e compactuar com a destruição de sonhos e a deterioração da saúde de mulheres vulneráveis.

Não se trata de “surpresa”, como ironicamente afirmou Lourivaldo em resposta às acusações. Surpresa é como alguém com tantas manchas na carreira ainda se apresenta como médico de confiança. Surpresa é como famílias continuam sendo atraídas para uma clínica que coleciona queixas e processos. Surpresa é como a impunidade insiste em blindar quem deveria responder por seus atos.

A verdade é dura e inescapável: Lourivaldo Rodrigues de Souza não representa a medicina, representa a falência dela. Sua conduta não é apenas um erro, é um crime travestido de tratamento médico. Enquanto a justiça não agir, novos sonhos continuarão sendo destruídos na clínica de fertilização La Vitta, e a saúde de mulheres continuará sendo tratada como laboratório de experimentos fracassados.

A reportagem tentou contato com o médico Lourival Rodrigues e com a clínica La Vitta. Em resposta, o médico afirmou:

“Até o momento tenho essa notícia como surpresa. Desconheço a veracidade da notícia e a denúncia. Vou contactar com advogado para saber a fonte e a verdade sobre a matéria. Estou pronto para responder a questão, uma vez que desconheço essas informações.”

A clínica, por sua vez, não se manifestou até o fechamento desta matéria.

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